segunda-feira, maio 31, 2010

Concurso de Pesca na Moura Morta - 5 de Junho

Para divulgar o Concurso foi criado este Cartaz com uma significação extraordinária ao movimento que se tem gerado na Moura Morta em relação ao Rio Alva e ás suas belezas naturais.

O Centro de Convivio criou um Blogue que pode ser consultado no seguinte endereço:

http://centroconviviomm.blogspot.com

Tambem o seu endereço electronico é: centroconviviomm@gmail.com


Regulamento Específico do Concurso

1. O Concurso vai reger-se pelo Regulamento Específico do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Pluma Sénior de 2010, com as seguintes alterações:


a) O local de concentração, sorteio de grupos e tramos, será às 07 horas do dia 5 de Junho de 2010 no Centro de Convívio da Moura Morta (Moura Morta, 3350-053 Vila nova de Poiares)

b) Área da Prova, Concessão de Pesca Desportiva do Rio Alva .

c) O concurso é composto por 4 mangas, com a duração de duas horas cada uma.

d) Horário das mangas:
- 1ª manga - (início às 8 horas./ termo às 10 horas)
- 2ª manga - (início às 11 horas/ termo às 13 horas)
- 3ª manga - (início às 15h30/ termo às 17h30)
- 4ª manga - (início às 18h30 /termo às 20h30)


e) Os pescadores do grupo A pescam a 1ª e 3ª mangas e controlam na 2ª e 4ª mangas. Os pescadores do grupo B, pescam na 2ª e 4ª mangas e controlam na 1ª e 3ª mangas.

f) O comprimento mínimo das capturas será de 17 cm. A cada captura com medida inferior aos 17 cm será atribuída 1 ponto.

g) O Custo de participação é de 27,5€. Este valor inclui:
- A inscrição no concurso;
- A Licença Especial Diária (obrigatória para se poder pescar na concessão);
- Almoço;
- Jantar de encerramento.

h) As inscrições devem ser enviadas por mail para: centroconviviomm@gmail.com até ao dia 24 de Maio de 2010 com os seguintes elementos:
- Nome
- N.º Bilhete de Identidade, Data de Emissão e Arquivo
- N.º de Licença de Pesca
- Comprovativo do pagamento (que deve ser feito por transferência bancária para o nib: 0035 0621 0000 2313 430

2. Serão atribuídos os seguintes prémios:

1.º Classificado: cheque prenda 150€* + troféu
2.º Classificado: Cheque prenda 75€* + troféu
3.º Classificado: Cheque prenda 50€* + troféu

Restantes classificações: Prémios oferta Alvaflyfishing.

* Cheque prenda, para ser trocado por material de pesca à pluma na loja Alvaflyfishing.

in: http://www.centroconviviomm.blogspot.com/

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O Rio Alva

Rio Alva
Caneiro da Moura Morta (carregue em cima da foto)
Afluente do Mondego, o rio Alva é um dos mais originais rios portugueses.

Primeiro porque nasce a grande altitude (1425m) na zona do Vale do Rossim. Depois porque deu origem à primeira central hidroeléctrica portuguesa. Finalmente porque traça um percurso, o Vale do Alva, pleno de locais belíssimos. Após ter atravessado a aldeia mais alta de Portugal, o Sabugueiro, o rio Alva chega à Sra do Desterro.

Devido ao desnível do seu traçado é um rio muito influenciado pelo degelo e pelas chuvas.

Passado o concelho de Seia, o rio Alva tem agora uma paisagem completamente diferente depois de descer dos 1425m de altitude para os 300 no município de Oliveira do Hospital. Neste último, o vale desenhado pelo Alva é duma diversidade enorme. Ao longo deste existem vários açudes como o das Caldas de São Paulo a da Ponte das Três Entradas. Além disso atravessa aldeias interessantíssimas e lindíssimas como Avô com as suas casas quinhentistas, o castelo e a sua ilha no meio do rio.
Pouco antes de desaguar no Rio Mondego, e após ter deixado para trás a Barragem das Fronhas entra no concelho de Vila Nova de Poiares e atravessa a Moura Morta.
O rio "circula" a aldeia e garante terrenos férteis onde são produzidas as batatas, milho, o vinho e hortaliças.

O rio Alva que nasce na Serra da Estrela foi um baluarte da imagem social da Moura Morta devido às moendas e lagares, rodas de tirar água para os terrenos circundantes, ao trabalho do linho e das actividades piscatórias, neste momento apenas é utilizado para a rega e para a a pesca desportiva, já que as moendas quase não existem e o linho já não é cultivado.

Barragem das Fronhas

Evocando as Festas do Divino Espirito Santo na Moura Morta

Festas do Divino Espirito Santo na Moura Morta

Foi no passado fim de semana que se celebrou a Festa do Espirito na Capela da Moura Morta. Origem e expansão do culto.
Sobre as origens do culto e dos rituais utilizados, pouco se sabe. A corrente dominante filia o culto ao Divino Espírito Santo nas celebrações introduzidas em Portugal pela Rainha Santa Isabel, que por sua vez as teria trazido do seu Aragão natal. De facto existem notícias seguras da existência do culto nos séculos XIV e XV em Portugal. O seu centro principal parece ter sido em torno de Tomar (a Festa dos Tabuleiros parece ter aí raiz), localidade que era sede do priorado da Ordem de Cristo, a que foi confiada a tutela espiritual das novas terras, incluindo dos Açores.
IMPÉRIO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO
1. História
A instituição das festas do Império do Divino Espírito Santo celebrando o Pentecostes (representação da descida do Paracleto sobre os apóstolos) anda atribuída à Rainha Santa Isabel, na sua vila de Alenquer, em data que não obteve ainda o consenso dos investigadores. A. Rodrigues de Azevedo adianta, baseado numa escritura que existiu na Câmara de Alenquer, o ano de 1280, enquanto Jaime Cortesão, adoptando sugestão de frei Manuel da Esperança e tendo à vista documentos do Arquivo de Alenquer, afirma ter sido o Convento de S. Francisco da mesma vila o palco da sua primeira realização, em 1323. Outros autores optam pelo Paço da Vila de Sintra sem, contudo, especificarem a ocasião do evento. Porém, já no Compromisso da Confraria do Espírito Santo de Benavente, o mais antigo que se conhece, coevo da fundação da igreja do Espírito Santo dessa localidade que presumivelmente se verificou no primeiro quartel do séc. XIII, se alude à festevidade do Império, o que leva a supôr a sua concretização aí anteriormente a 1280, promovida ou inspirada por franciscanos de tendência espiritual. Os mesmos que secundando o proselitismo de Santa Isabel lograriam levá-la a patrocionar e, porventura, institucionalizar nos inícios do séc. XIV tais festejos com um aparato nunca antes visto, o que terá contribuido para radicar a tradição segundo a qual sob a sua égide e de D. Dinis se haviam originado.
2. Difusão
Tamanho foi o exito alcançado pelas festividades do Divino Paracleto que rapidamente alastraram por todo o país. A sua vitalidade deveu-se sem dúvida ao facto do culto se ter transformado em devoção popular, com reflexos imediatos na política do estado português.De resto, o seu apogeu, compreendido entre o séc. XIV e a 1ª metade do séc. XVI, coincide exactamente com o auge da expansão marítima o que não deixa de ser sintomático da íntima relação de causa-efeito, entre ambas as realidades. Jaime Cortesão refere só ter encontrado quatro hospitais colocados sob tal invocação antes de 1321. A partir desse ano e até ao fim de quinhentos listou cinco centenas de cidades, vilas ou aldeias cuja matriz tinha o Espírito Santo por orago, cerca de 80 hospitais e albergarias com suas capelas, um milhar de conventos, capelas de igrejas e principalmente ermidas daquela invocação. A sobrevivência dos ideias que constituem o fundo desta devoção, a bem dizer nacional, passado o seu apogeu processou-se por intermédio do messianismo do Quinto Império, indevidamente reduzido ao Sebastianismo, o qual, para sua própria assunção e sagração, suscitou tal ambiguidade.Disso é testemunho a convicção expressa no séc. XVII pelo Bispo de Porto, D. Fernando Correia de Lacerda, quando escreve: "E considerando o Império e a Candeia se é lícito ajuizar as alheias acções, principalmente estas que são misteriosas, não podemos deixar de entender que aquela candeia põe a Santa Raínha todos os anos ao Espírito Santo, para que Deus, havendo um só pastor e um só rebanho, estabeleça, em cumprimento da sua promessa, na coroa portuguesa, o império universal do mundo".
3. Símbolo
O culto do Divino Espírito Santo sob a forma de Império é expressão exclusiva do mundo lusíada (nos Açores e no Brasil conserva ainda a fidelidade às origens) não tendo qualquer similitude com as devoções homónimas que existem por todo o restante universo católico. A principal cerimónia da Função Folia ou Império, consistia, salvo ligeiras variantes regionais, na coroação com três coroas, uma imperial e duas reais, do Menino Imperador assessorado por dois Reis - um homem jovem e outro idoso -, respectivamente na razão das idades do Espírito Santo, do Filho e do Pai. O Menino, símbolo da humanidade espiritualmente renovada e religada às verdades fundamentais da pobreza evangélica e do amor fraterno, empunhava o ceptro, com que tocando a fronte se significava a benção do divino, e após ter recebido as homenagens do povo e das autoridades civis, militares e religiosas procedia à libertação dos presos, concluindo os festejos com um bodo servido a todos independentemente da sua condição social e constituído por um repasto confeccionado com a carne dos bois previamente corridos, pão, vinho e arroz doce. O Império do Divino Espírito Santo é, efectivamente, a representação simbólica do advento da Terceira Idade do mundo, numa espécie de Pentecostes nacional, de acordo com a consabida tese que se pode buscar no cisterciense Joaquim de Fiore e nos meios joaquimitas e segundo a qual a história da humanidade percorreria desda a Criação até ao Fim do Mundo três Tempos, vividos cada um sob a influência de uma das três pessoas da Trindade. Assim, a lei mosaica foi própria da Idade do Pai, a lei evangélica da do Filho e a futura lei do Evangelho Eterno sê-lo-á da do Espírito Santo. O esgotamento da 2ª Idade ou do Filho prenunciará o início do Tempo do Divino Paracleto, era de confraternização universal de cujo advento os portugueses se fizeram arautos, disseminando pelas novas latitudes essas expectativas milenaristas, porém nem sempre da forma mais ortodoxa e conforme aos dogmas romanos. Esse o móbil da perseguição de que os festejos passaram a ser alvo a partir do séc. XVI, nunca o carácter pagão então invocado pela hierarquia eclesiástica e mais tarde pela etnografia arregimentada para mascarar os autênticos motivos. Cada um desses períodos históricos encarnando personalidade própria estaria na origem de diferentes formas religiosas, manifestadas sucessivamente de Oriente para Ocidente. A sede da Igreja do Pai fora Jerusalém, a do Filho, Roma. A Terra Santa vindoura onde situá-la? "Nova Roma" chamou Camões a Lisboa.
De Mafra se diz que pelo menos durante um dia há-de ser Roma. Seja como for, os iniciados na doutrina dos espirituais franciscanos identificavam-na com Alenquer. Segundo eles essa era a povoação portuguesa que maiores semelhanças tirava de Jerusalém, a qual constitui no círculo judaico-cristão-islâmico o modelo paradigmático da Cidade Santa, a imagem representativa da teofania, i.e., da revelação divina, daí a primazia dada a Alenquer - curiosamente vizinha de Meca - como pólo da religião nacional.

domingo, maio 30, 2010

Um pouco da historia da Moura Morta e arredores

História

A aldeia de Moura Morta pertence à Freguesia de São José de Lavegadas e fica a nascente do Concelho de Vila Nova de Poiares.

O seu orago é o Divino Espírito Santo

Procissão e andor do Espirito Santo

Esta Freguesia qque tem a sua sede na aldeia de Igreja Nova, dista de Coimbra cerca de trinta quilómetros.

São sete aldeias que compõem esta freguesia: Moura Morta,Mucela,Igreja Nova, Barreiro,Ponte de Mucela, Sabouga e São Pedro Dias.

São José de Lavegadas possui uma das mais belas paisagens da Região Centro com a monumental descida da Estrada da Beira entre o S.Pedro Dias e a Ponte de Mucela.
Este troço de estrada é considerado Patrimonio Monumental Ambiental que comunga com a natureza a humildade dos seus habitantes.
É uma força activa no Concelho de Vila Nova de Poiares, porque é necessário recordar que o nosso concelho é relativo na sua pequenez geográfica. Cada terra distingue-se da outra e forma com ela a salvaguarda de uma arte própria que comunga na diversidade dos factos com a realidade das coisas, a forma distinta de ser e fazer cultura.

É a freguesia mais pequena e menos populosa do Concelho de Vila Nova de Poiares. Resulta de uma desanexação da Freguesia de São Miguel de Poiares à qual se veio a juntar a povoação da Moura Morta no século passado - 1898 - embora já pertencesse para fins eclesiásticos, desde o século XVIII.

A Moura Morta pertenceu anteriormente às freguesias de Saguinheda e depois a Pombeiro da Beira antes de se integrar na freguesia de Lavegadas.
Os seus termos eram delimitados geograficamente pelas ribeiras de Sabouga e de Vilarinho.

O Rio Alva com os seus meandros envolve totalmente a Moura Morta.Naturalmente por se situar à beira rio teve naturalmente a importância das industrias das moagens com as 5 moendas e Caneiros que o atravessavam.

As moendas da Marinheira,do Torrozelo, do Vale das Fontes, da Moura Morta, do Fatacho e da Redonda mostram a riqueza que existiu antigamente.
Tambem a existencia dos moinhos de ribeiro que substituiam o trabalho das moendas na ocasião das cheias.Cinco deles na Ribeira de Sabouga e 3 da Ribeira de Vilarinho.
As insuas com os seus cultivos de milho foram um grande celeiro da região.Moura Morta fica envolvida pelos meandros do Rio Alva que envolve a aldeia totalmente.
Resumo justificativo de cada aldeia

A natureza das nossa ruralidade mistifica-se com a oralidade da história do povo e glorifica-se com a historia milenar das nossas aldeias.

São Pedro Dias - O Dólmen e a sua capela que no século passado era conhecida por "Almas da Serra".
Local onde ainda hoje se faz a romaria do S. Pedro e onde era habito as populações das aldeias vizinhas rumarem com as suas merendas para os terrados junto da capela.Já nessa altura se montavam tendas onde se feirava os bonequitos de barro e os pifaros de barro.
Quem é que nunca comprou no S.Pedro um pifaro e um pretito com um laço vermelho? Dizia-se que dava sorte.
Quem nunca jogou na roleta dos rebuçados? e os malandros da vermelhinha?

O Dolmen que existiu teve pouca sorte e ainda hoje ha quem usufrua das grandes lajes do dolmen.
Como esse monumento estava na terra de ninguem ( um baldio ), os habitantes mais espertos da vila, a seu tempo saquearam este cemiterio dos nossos antepassados.
Com boa vontade e com a encomenda das almas para as profundezas do inferno ainda se conseguiriam ir buscar á vila pelo menos uma dessas pedras tumulares.


Mucela e Barreiro
Desde o Século X que se atesta em documentos no Mosteiro de Lorvão a povoação de Mucela...Barreiro confunde-se certamente com a sua vivência.

Mucela foi vila importante na celebre Estrada Militar entre Tomar-Ponte da Mucela.




Do século XIII em 1298, existe registo da edificação de uma ponte gótica sobre o rio Alva na Ponte de Mucela.

A Moura Morta recebe foral no mês de Abril de 1151 e é confirmado em Coimbra no mês de Novembro de 1217.
Foi nas gentes da Moura Morta que D. Afonso Henriques confiou para guardar os impostos e recrutar as gentes para combater a moirama.
Nessa altura Moura Morta era a terra mais importante no triangulo entre Linhares da Beira,Rabaçal e Coimbra.
Aquando da retirada das tropas francesas da Batalha do Buçaco foi nas terras de entre a Ponte de Mucela e a Moura Morta que pernoitaram na primeira noite tendo depois ido ficar na 2ª noite à serra de Sta Quiteria.
Esta passagem das tropas foi uma desgraça para o povo, pois foram cortados e queimados quase todos os castanheiros e oliveiras para fazer o lume da cozinha do acampamento.

Sabouga - No "Diccionario de Geographia Universal" em 1878 Sabouga é denominada Saboga possuindo no seu Orago Santo Inácio de Antíoquia, um enigma de religiosidade...Havendo no século XII (1126) documentos da sua existência.

Mais tarde e infelizmente no Sec. XIX, Sabouga foi celebre por ser um local de rectaguarda de leprosos.Não chegou a ser uma leprosario porque a crise foi debelada na altura.

São José de Lavegadas associa-se a "Lobegadas" - sítio de lobos? -Talvez!? Hoje Igreja Nova devido à construção de um edifício religioso no século XVIII...

A Freguesia de componente social extremamente rural, ainda revive as suas tradições ancestrais como o trabalho do linho e de tecelagem de farrapos...

As Flores da Moura Morta

Quando o homem quer tudo se consegue.
Estas flores que aqui se podem vêr foram plantadas e cultivadas na Moura Morta no Centro de Convívio pelo
André Pereira.
Ate os caçoilos da chanfana servem de vasos, promovendo os barros pretos da vizinhança e a chanfana que tambem se faz na Moura Morta por alturas da Festa.
Tambem os utentes do Centro de Dia têm cuidado e tratado do seu jardim.

Flor no Caçoilo

Flôr no Canteiro

Flôr roxa no Caçoilo

Flôr no Canteiro


Jardim do Centro de Dia

post de 30-05-2006

O Antigo Adro da Capela

Adro da Capela da Moura Morta - antes das Obras de 2005



Esta foto do Adro da Capela apresenta o antigo Coreto do lado direito, a Capela do Espírito Santo no centro e do lado direito a Quermesse e o Bar de apoio às festividades.
A Capela que por promessa foi mandada construir por Américo Ferreira dos Santos, natural da Ponte de Mucela e que pelo casamento com a filha de José Henriques do Caneiro veio viver para a Moura Morta.
A Capela foi entregue ao povo nas Festividades do Espírito Santo em Junho de 1946. O terreno onde se situa a Capela e todo o Adro envolvente foi cedido por sua Tia Hermínia que pertencia à casa do Vale de Escuro. O Coreto foi mandado construir em 1966 pelos seus filhos Leonel e Albino Ferreira dos Santos nascidos na Casa da Vinha na Moura Morta e que emigraram também para Belém do Para com as idades de 18 anos.
O Relógio da Capela foi adquirido e mandado instalar por Américo Barata, primo dos anteriores, também emigrante em Belém do Para já em data posterior a 1967.
A Quermesse e o Bar foram estruturas que não tiveram a participação directa de doadores. Como obra do pós 25 de Abril de 74 não criou afectos nenhuns no povo pelo qual anos após, quem a mandou construir também a mandou deitar abaixo, assim como as árvores que ladeavam o Adro.
Destas edificações só resta a Capela no seu local primitivo de implantação.
As obras efectuadas e acabadas em 2005 criaram um espaço mais desafogado, com a criação de um bloco único de Coreto, Bar e Quermesse , bem como de uma Churrasqueira virada para o Caneiro.
A Churrasqueira e o Centro de Convívio têm tido um dinamismo que permite uma sã convivência com muitos visitantes da Moura Morta.

sábado, maio 29, 2010

CONCURSO DE PESCA na MOURA MORTA - 5 de Junho

Marcado para 5 de Junho o 1º Concurso de Pesca à Pluma sem Morte do Centro de Convívio da Moura Morta com a colaboração e parceria dos Mosqueiros do Alva, da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares e de Junta de Freguesia das Lavegadas.

Taças, Troféus e outros Prémios em numero apreciável contemplarão os melhores pescadores.

O Centro de Convivio agradece a:
- Lucavending
- Farmácia de Sto Andre
- Lousã Peças
- Gândara & Irmãos
- Antº Ferreira Lucas & Fº
e outros o patrocinio prestado.

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sexta-feira, maio 28, 2010

Mundial 2010: confira os jogos em canal aberto

mundial
10 da secção "Notícias"
2010-05-21 10:43h

Mundial 2010: confira os jogos em canal aberto

Um guia de programação para guardarPor Redacção

Calendário do Mundial 2010

Os encontros serão na RTP e na SIC. O canal público, além dos jogos da primeira fase que pode ver na lista abaixo, transmitirá ainda quatro encontros dos oitavos-de-final, mais os quatro jogos dos quartos-de-final, as meias-finais e a final.

Toda a actualidade do Mundial

Até lá, Portugal fará três jogos de preparação. Já na segunda-feira, 24 de Maio, frente a Cabo Verde (19:30), depois a 1 de Junho, com os Camarões (19:30) e a 8 de Junho, com Moçambique (16:30). Todas essas partidas terão transmissão na TVI. O encontro com Cabo Verde terá transmissão em 3D no canal 270 da grelha de programação da ZON, com emissão pública também nas Docas de Lisboa.

A SportTV transmitirá os 64 encontros que constituem a competição, enquanto os encontros de Portugal na fase final do Mundial em canal aberto poderão ser vistos na RTP, como pode conferir nesta lista. Um guia para guardar.

Jogos do Mundial em canal aberto

11 de Junho
África do Sul-México, 15:00, RTP

12 de Junho
Inglaterra-Estados Unidos, 19:30, RTP

13 de Junho
Argélia-Eslovénia, 12.30, RTP
Alemanha-Austrália, 19:30, RTP

14 de Junho
Japão-Camarões, 15:00, SIC
Itália-Paraguai, 19:30, SIC

15 de Junho
Nova Zelândia-Eslováquia, 12:30, SIC
Costa do Marfim-Portugal, 15:00, RTP
Brasil-Coreia do Norte, 19:30, RTP

16 de Junho
Honduras-Chile, 12h30, SIC
África Sul-Uruguai, 19:30, RTP

17 de Junho
Argentina-Coreia do Sul, 12:30, SIC
França-México, 19:30, RTP

18 de Junho
Eslovénia-EUA, 15:00, SIC
Inglaterra-Argélia, 19:30, SIC

19 de Junho
Holanda-Japão,12:30, SIC
Gana-Austrália, 15:00, SIC

20 de Junho
Eslováquia-Paraguai, 12:30, SIC
Brasil-Costa do Marfim, 19.30, RTP

21 de Junho
Portugal-Coreia do Norte, 12:30, RTP
Chile-Suiça, 15:00, SIC

22 de Junho
México-Uruguai, 15:00, RTP
França-África do Sul, 15:00, SIC
Nigéria-Coreia do Sul, 19:30, SIC

23 de Junho
Estados Unidos-Argélia, 15:00, RTP
Austrália-Sérvia, 19:30, SIC
Gana-Alemanha, 19:30, RTP

24 de Junho
Paraguai-Nova Zelândia, 15:00, RTP
Dinamarca-Japão, 19:30, SIC
Camarões-Holanda, 19:30, RTP

25 de Junho

Portugal-Brasil, 15:00, RTP

Suíça-Honduras, 19:30, SIC


Como se protege a Pesca noutras paragens

Isto passa-se no Rio Côa na zona do Sabugal

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quinta-feira, maio 27, 2010

Municípios e Águas de Portugal criam empresa para gerir redes em baixa

Municípios e Águas de Portugal criam empresa para gerir redes em baixa
Catorze câmaras municipais, entre as quais a de Leiria, Ansião, Batalha, Porto de Mós e Ourém e a empresa Águas de Portugal (AdP) estão a equacionar a criação de uma empresa para gerir as redes de abastecimento de água e saneamento básico em baixa da Região Centro.
A decisão de avançar com esta solução foi tomada em anteriores reuniões e discutida, ontem, em Leiria, em mais uma sessão de trabalho, que contou com a presença de representantes das autarquias que irão integrar a nova empresa. Os municípios detém 49 por cento do capital social e os outros 51 serão afectos à AdP.
Segundo Raul Castro, presidente da Câmara de Leiria, a criação de uma empresa multimunicipal é uma “forma de fazer uma gestão mais eficaz” dos sistemas de saneamento básico e de abastecimento de água aos municípios que dela farão parte.
“A reunião de hoje (ontem) serviu para fazermos uma avaliação e uma análise da forma como vai ser criada a empresa”, afirmou Raul Castro, que ontem foi o anfitrião do encontro onde estiveram representantes das autarquias de Ansião, Arganil, Batalha, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Góis, Leiria, Lousã, Miranda do Corvo, Ourém, Penacova, Penela, Porto de Mós e Vila Nova de Poiares.
Caso a empresa não avance, a solução alternativa poderá passar pela fusão das empresas Águas do Mondego e a Simlis, esta última responsável pela exploração e gestão do Sistema Multimunicipal de Saneamento do Lis, por um prazo de 30 anos, para a resolução dos problemas de poluição da bacia do rio Lis e a revalorização ambiental . . .

As Estradas Romanas na nossa zona


Com a côr sepia, são assinaladas as estradas Romanas da nossa Região.

Uma delas ligava - Conimbriga - Cernache- Antanhol-Aeminium (Coimbra) - S.-Frutuoso - S.Miguel de Poiares - Ponte de Mucela- S. Martinho da Cortiça - Sarzedo - Louros - Bobadela

Outra ligava - Conimbriga - Serpins - Vila Nova Ceira - Secarias - Coja - Vide





Ponte da Mucela onde ainda existe uma parte da calçada romana junto ao encontro nascente da ponte.
Passava por trás da Estalagem ainda existente e junto à actual capela do São João.

Repare-se no tabuleiro da ponte antes de se ter colocado uma placa por cima, em 1991.

A beleza do gradeamento e dos bancos de pedra talhada foi destruída pela incapacidade e incultura dos nossos técnicos.

Parte do gradeamento foi desviado para um pontão da Ribeira de Poiares junto aos campos de Tenis. O resto devia ter ido para os sucateiros. Pouca vergonha.



Coimbra(Aeminium) - Bobadela-----------------------------

Duas possibilidades, uma seguiria junto à actual Estrada da Beira ou EN17 por:
S. Miguel de Poiares
Ponte Romano?-Medieval da Mucela sobre o rio Alva, S-ao Martinho da Cortiça, Arganil (só alguns silhares são romanos)
Sarzedo (calçada)
Lourosa (calçada)
Bobadela

Outra seguia a rota Coimbra-Viseu até Sta. Comba Dão e daqui à Bobadela:
Travessia do rio Dão para o Vimieiro
S. João de Areias, Santa Comba Dão (calçada)
Travessia do rio Mondego(Monda)
Tábua (calçada da Pedra da Sé com 350 m e Ponte Romana?)
Seixos Alvos
Vila Nova da Oliveirinha
Ponte Romana de Bobadela sobre o rio de Cavalos (junto ao cemitério)
Bobadela

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quarta-feira, maio 26, 2010

Jantares Temáticos - Vila Nova de Poiares

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Paisagens da Moura Morta

Moura Morta vista da Serra de S. Pedro



Troço do Rio Alva com a Moura Morta ao fundo



Capela e Convivio vistos do Ramal da Ponte de Mucela

terça-feira, maio 25, 2010

Rancho Infantil e Juvenil Columbinos na Festa da Moura Morta


folclore_pombeiro.jpegA primeira actuação da nova temporada, do

Rancho Infantil e Juvenil Columbinos,

da freguesia de Pombeiro da Beira, concelho de

Arganil, foi no dia 8 de Maio, por ocasião da

Feira de Maio/Festa da Freguesia. A 6 de Junho será o Festival

de Folclore em Pombeiro da Beira. Segue-se a actuação na

Feira das Freguesias, ou seja, no fim-de-semana de 11,12

e 13 de Junho, de acordo com o programa da Autarquia.

Dia 25 de Julho, será nas festas da Moura Morta, a 8 de

Agosto na Sarnadela e a 28 de Agosto em Pombeiro da Beira,

Festa da Sra. do Loureiro. A actuação em Alpiarça a 18 de

Setembro é, para já, a última que está em agenda.

Fonte: Portal da Freguesia de Pombeiro da Beira

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“Sopas & Doces” são atracção em S. Martinho da Cortiça

Definitivamente «veio para ficar» e, hoje em dia, já faz parte «do calendário de eventos gastronómicos da região». Palavras de Regina Pinto, a propósito da Feira de Sopas & Doces que se realizou em S. Martinho da Cortiça. Uma iniciativa que aposta na qualidade dos pratos, pretende promover algumas receitas que tendem a cair em desuso e chamar a atenção para os bons sabores da tradição.
«De ano para ano a feira tem vindo a crescer e a consolidar- -se», sublinha aquela responsável da organização, da responsabilidade do Projecto Radical – Associação Juvenil, apontando para a adesão das colectividades locais ao evento e também para o crescendo que, em termos de público, o evento tem vindo a registar. Inicialmente, no entender de Regina Pinto, o certame era especialmente visitado pela população local e das redondezas, mas foi, ao longo das várias edições, crescendo e alargando horizontes, conquistando apreciadores de sopas e de doces de toda a região. Por isso, se no ano passado, de acordo com as estimativas da organização, a feira contou com a visita de cerca de mil pessoas, este ano as perspectivas apontam todas no sentido de «ultrapassar essa fasquia»...

sábado, maio 22, 2010

“Sopas & Doces” são atracção em S. Martinho da Cortiça

CERTAME REALIZA-SE AMANHÃ

Definitivamente «veio para ficar» e, hoje em dia, já faz parte «do calendário de eventos gastronómicos da região». Palavras de Regina Pinto, a propósito da Feira de Sopas & Doces que se realiza amanhã em S. Martinho da Cortiça. Uma iniciativa que aposta na qualidade dos pratos, pretende promover algumas receitas que tendem a cair em desuso e chamar a atenção para os bons sabores da tradição.

«De ano para ano a feira tem vindo a crescer e a consolidar-
-se», sublinha aquela responsável da organização, da responsabilidade do Projecto Radical – Associação Juvenil, apontando para a adesão das colectividades locais ao evento e também para o crescendo que, em termos de público, o evento tem vindo a registar. Inicialmente, no entender de Regina Pinto, o certame era especialmente visitado pela população local e das redondezas, mas foi, ao longo das várias edições, crescendo e alargando horizontes, conquistando apreciadores de sopas e de doces de toda a região. Por isso, se no ano passado, de acordo com as estimativas da organização, a feira contou com a visita de cerca de mil pessoas, este ano as perspectivas apontam todas no sentido de «ultrapassar essa fasquia».
«A Feira das Sopas & Doces já é uma referência», sublinha Regina Pinto, enfatizando o facto de mais uma colectividade ter aderido ao evento. Em causa está a associação da Ponte da Mucela, que se estreia no certame, elevando para oito o número de presenças. Assim, para além da Ponte da Mucela, participam na feira a Associação de Desenvolvimento e Cultural das Fronhas, o Clube Recreativo da Sobreira, a Comissão de Melhoramentos da Cortiça, a Liga dos Amigos das Pombeiras, a União Recreativa e Cultural da Urgueira, a União Recreativa de Mucelão e ainda a União Recreativa e Cultural Sailense.
Cada associação traz consigo uma sopa diferente, sopa esta que constitui a principal atracção da festa. E este ano há, também, «novidades» no que às sopas diz respeito. Com efeito, de acordo com Regina Pinto, a nova colectividade traz também uma nova sopa: de bacalhau.
Ao todo são oito sopas, uma por cada associação, o que significa que os visitantes têm oito variedades à escolha. Para além da sopa de bacalhau há sopa do lavrador, de grão, sopa de galinha, de peixe, sopa da pedra, sopa de domingo de Ramos e ainda de rabo de boi.
Mas se no que às sopas diz respeito a organização tem conhecimento da variedade que cada associação apresenta, «uma vez que se pretende evitar repetições», alerta Regina Pinto, já no que aos doces diz respeito está tudo no “segredo dos deuses”. Aquela responsável do Projecto Radical refere que «não há limites relativamente ao número e variedade de doces», o que significa que «cada associação pode trazer o que entender». Cada colectividade, acrescenta, «faz um grande segredo relativamente aos doces» e, por isso, a própria organização já se habituou a ser «surpreendida».

Animação garantida
Para além dos petiscos gastronómicos, também os “sabores para a alma” estão acautelados na Feira das Sopas & Doces de
S. Martinho da Cortiça. E este ano a organização procurou diversificar o programa de animação, tanto mais que, «durante a tarde, os grupos constituem a atracção do evento». E a tarde promete ser “recheada” de animação”, com a actuação da Tuna de S. Martinho, do Grupo de Dança “As Pimpolhas”, um projecto que está a ser desenvolvido na Escola de S. Martinho da Cortiça, com os alunos, que, inclusive, refere a organização, «estão a preparar coreografias propositadamente para a feira, que vão ser apresentadas em estreia absoluta». Destaque ainda para a actuação do Rancho Infantil e Juvenil “Os Columbinos”, de Pombeiro da Beira, e para p Grupo de Concertinas “Sons e Suadelas”, de Arganil. Juntos garantem «os ingredientes para um domingo delicioso», refere a organização.
A Feira das Sopas & Doces de S. Martinho da Cortiça promete continuar. «A iniciativa impôs-se por si», sublinha Regina Pinto. A organização, da responsabilidade do Projecto Radical – Associação Juvenil, conta com o apoio da Junta de Freguesia de
S. Martinho da Cortiça, da Câmara Municipal de Arganil e do Instituto Português da Juventude.

Sopas custam 2,5 euros e doces 1,5 euros
A Feira das Sopas e Doces abre às 12h00, no pavilhão gimnodesportivo de S. Martinho da Cortiça e encerra às 22h30. Cada colectividade tem o seu espaço próprio, com a sua sopa (única) e a variedade de doces que entender. A entrada no espaço da feira é gratuita e os visitantes terão, depois, que se dirigir ao local próprio onde procedem à aquisição das senhas. Significa que nas “tasquinhas” não se “mexe” em dinheiro, mas apenas nas senhas correspondentes à sopa e aos doces.
Quanto aos preços (únicos) praticados, a organização estabeleceu 2,5 euros para cada sopa e 1,5 euros é quanto custa a senha que permite escolher um doce.

sexta-feira, maio 21, 2010

Vice - Campeão do Mundo de Karate Shukokai para Arganil

VICE-CAMPEÃO MUNDIAL DE KARATE SHUKOKAI

Carlos Marques, Treinador de Karate no Dojo de Arganil, sagrou-se Vice – Campeão Mundial na categoria de Kumite (Combate) Individual – 90 kg, no Campeonato do Mundo de Karate Shukokai, realizado em Lisboa, nos passados dias 13, 14 e 15 de Maio.

O atleta português, recentemente residente em Arganil, por muito pouco não subiu ao lugar mais alto do pódio, já que no final do tempo regulamentar do combate decisivo para o título mundial, se encontrava empatado a 3 pontos com o atleta sul - africano. Todavia, na situação de Encho – Sen (desempate) onde quem marca o primeiro ponto vence, foi com grande infelicidade que o atleta luso, aquando a realização de uma das suas sequências mais pontuáveis, subiu ligeiramente a segunda técnica de Tsuki (soco) contactando o adversário junto ao pescoço, e consequentemente, advertido com uma falta. Dado o facto, de esta ser a segunda advertência nesta mesma categoria de faltas, o árbitro atribuiu ponto directo ao atleta sul - africano, terminando assim a possibilidade do nosso Karateca chegar ao ouro.

Na prova de Kumite Equipa Sénior Masculino, em que as diferentes selecções se defrontam entre si, através de uma equipa de 5 atletas, que combatem individualmente entre si, saindo vencedora a que somar um maior número de vitórias, Carlos Marques, viria a ser decisivo na conquista da medalha de bronze para a Selecção Lusitana.

Pelo caminho a Comitiva Portuguesa, eliminou a Selecção Estoniana (actual Campeã Europeia desta mesma prova), a Selecção Inglesa, em que, o Treinador Arganilense, venceu por 6 - 4, o conceituado Karateca, Paul Richard, que se viria a sagrar novamente Campeão do Mundo em Kumite Individual - 80 kg, e por último, logo após a derrota com a Selecção de África do Sul nas meias – finais, que se viria a tornar a actual Campeã do Mundo nesta mesma prova, a Selecção Portuguesa na repescagem pelo terceiro, afastou a Suíça, alcançando assim o merecido bronze.

Os restantes atletas da Comitiva Portuguesa apresentaram também uma excelente prestação, evidenciando uma boa presença e competitividade na área de combate, conquistando dez Ouros, onze Pratas e dezassete Bronzes, sendo a Selecção que mais medalhas conquistou, não só na globalidade, mas também, nos Ouros.

O nosso país, e também o Município de Arganil, representado por Carlos Marques saiu assim, uma vez mais, devidamente dignificado, honrado e prestigiado, pelo desempenho dos nossos Karatecas neste Campeonato – Karate World Championships, (“Prova Rei” da KSI – Karate Shukokai Internacional), que reuniu em Lisboa um universo de cerca de 700 atletas, representando 21 países de todo o Mundo.

quinta-feira, maio 20, 2010

A primeira foto dos APACHES equipados - 1962

Grande equipa do Bairro Marechal Carmona.
Se o Ti Americo soubesse , isso é que era uma malha.
Para se jogar, lá tinha que dizer que ia estudar para casa do Pombalinho.

De pe : Cesar, Fausto, Rosa, Alvaro, Beirão, F. Beja e Branquinho
Baixo : Rogerio, Madeira, Jaime, Pombalinho, Cascão e Loureiro

Varios destes Apaches foram depois Principiantes e Juniores da Academica

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´Bons Velhos Tempos

Numa equipa de Juniores da AAC no Campo de Sta Cruz contra o Marialvas de Cantanhede.
La está o Alvaro da Vinha ladeado pelo Barata e o Ze João e Canelas
Em baixo, Juca,Madeira,Marçal,Mario Lima, Cristo e Ze Vitor

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quarta-feira, maio 19, 2010

Belem do Para - A 2ª terra dos Mouramortinos

Belém a capital do Estado do Pará,foi a cidade que acolheu mais de 70% das famílias da Moura Morta




Um mapa que nos mostra o Rio do Pará




Uma saudade dos nossos antepassados e dos actuais filhos da Moura Morta que ainda vivem em Belem do Pará.

segunda-feira, maio 17, 2010

A debandada das tropas francesas e a travessia do Rio Alva na Ponte de Mucela

Sobre a a fuga e debandada das tropas francesas, vale a pena ler
estes textos do inicio do Sec.XX

A 27 de Setembro ferira-se a batalha do Bussaco, e não obstante ficarem vencidos, os franceses continuam avançando sobre Lisboa, espalhando, com a fama das anteriores invasões, o terror por toda a região.
Wellington prudente e receoso, foi sempre retirando e obrigando antes a incendiar tudo quanto pudesse servir ao exército invasor e que não pudesse ser transportado pelas populações, foragidas, até se encerrar e fortificar nas célebres linhas de Torres, obra colossal de engenharia com que os franceses não contavam e contra a qual foram infrutíferas todas as suas tentativas.

Tentando depois os franceses dirigir-se a Coimbra mandou Massena defender um desfiladeiro entre Pombal e Redinha (12 de março 1811) para proteger o avanço, mas sendo aquela força batida em renhido combate, bem como outra que fora reconhecer Coimbra e encontrara a ponte cortada, teve de desistir daquele caminho e viu-se obrigado a seguir o que lhe restava aberto entre o Mondego e o Zezere por Miranda e Ponte de Mucela (Rio Alva) antiga Estrada Real mas terrenos que embora ásperos e sem bons caminhos lhe ofereciam no entanto boas posições para ir cobrindo a sua retirada.
Desde este momento o grande Massena não pensou noutra coisa do que pôr-se a salvo o mais depressa possível, por isso incendiou Miranda onde estava uma grande parte do seu exército, mandou apressar a retirada e ele mesmo seguido de escolta tratou de ir adiante reconhecer a importante passagem sobre o Alva, que encontrou cortado na Ponte de Mucela, mas onde activamente fez improvisar uma ponte no Torrozelo junto à Moura Morta.

Discordam todos os historiadores sobre o número de perdas havidas no combate de Foz de Arouce pois os próprios que nele entraram mais consideram aquela acção como um episódio da longa batalha, que se desenvolveu de 11 a 18 de março e que teve por campo todo o espaço entre Pombal e a Ponte de Mucela, e portanto não lhe assinalaram princípio nem fim que bem o defina e faça jogar os seus testemunhos com as partes oficiais.

Durante grande parte do dia 16, Massena tinha retirado, de noite ainda, com o fim de passar para além do Alva, e constando-lhe a teimosia arriscada do seu subordinado, mandou-lhe ordens sobre ordens, por quatro ou cinco ajudantes de campo, intimando-o a retirar, também, e a seguir, na retaguarda, como até aí, o movimento geral do exército. Foi só à força de intimações, e depois de ter assistido da margem esquerda à passagem de toda a impedimenta, que o afrontado marechal se resignou a passar para a margem direita, onde se deixou ficar o resto do dia, com uma pequena força de retaguarda, depois de ter feito saltar pelos ares grande extensão da ponte. Em 17 de Março, o exército francês atravessou o rio Alva e pode continuar durante cinco dias, sem ser inquietado, a sua retirada a caminho de Celorico.

Não está demonstrado, com rigor, o caminho certo seguido pelo Príncipe de Essling, mas o que parece mais certo é que depois de discussão azeda que tivera com o marechal Ney (por causa das disposições deste, naquele passo da retirada) seguira estrada real fora para o Ceira e não pensaria dar volta pela Lousã que o afastaria do seu objectivo de marcha tanto mais que em 16 de Março, já o seu Quartel-General estava instalado na zona do Duarteiro na Ponte de Mucela.

Faleceu a Professora Maria Augusta de Campos


Faleceu a Professora Maria Augusta Campos de
Mucela, fundadora da Escola do Sr. da Serra.

O Corpo será depositado no Mosteiro de Celas em Coimbra, hoje, segunda-feira, a partir das 15h00, realizando-se amanhã missa de Corpo presente, amanhã, terça-feira, dia 18, pelas 11h00, seguindo após as cerimónias religiosas para o Jazigo de familia no Cemitério da Igreja Nova.

domingo, maio 16, 2010

A Nossa Terra e as Invasões Francesas.




Se consultar aqui As Invasões Francesas e a Batalha do Buçaco poderá documentar-se sobre a Batalha do Buçaco e a retirada das tropas francesas.
Os preparativos da batalha e a debandada ocorreram nas nossas terras.

E assim.......
A demorada e difícil marcha do parque de artilharia, não só pela natureza dos caminhos, mas porque fora atacado nas proximidades de Decermilo pelas milícias de Trant, obrigara Massena a permanecer alguns dias em Viseu, o que veio sobremaneira favorecer o plano de Wellington.
Tinha este a massa principal das suas forças primeiramente sobre a fronteira da Beira Alta, tendo vindo sempre recuando pela margem esquerda do Mondego, a partir de Celorico, à medida que avançava o exército francês.
Eram estas forças constituídas pelas divisões Craufurd, Picton, Cole e Spencer.
Mas outras forças importantes operavam separadamente. Eram constituídas pelo corpo do general Hill (do qual fazia parte uma divisão de tropas portuguesas, sob o comando do general Hamilton), que viera do Alentejo para a Beira Baixa, vigiando sempre os movimentos do general francês Reynier, e se concentrara depois entre Castelo Branco e Sarzedas, quando viu que o 2.° corpo francês se dirigia sobre a Guarda; a brigada portuguesa do coronel Lecor, que fora colocada no Fundão; e finalmente a divisão portuguesa do general Leith, que, postada em Tomar, procurava defender a linha do Zêzere até à Barca de Codes.
Pensara a princípio Wellington que Massena se dirigisse de Celorico pela margem esquerda do Mondego sobre a Ponte da Mucela; e, quando as forças francesas atingiram Viseu, ainda julgou que estas tomassem pelo Vale do Vouga para alcançarem à estrada do Porto a Lisboa.
A marcha, porém, pela estrada de Tondela a Mortágua, mostrou-lhe, que Massena estava resolvido a passar pelo Buçaco.
A ocasião era propícia, pois que a posição prestava-se a uma defensiva enérgica.
No dia 21, Hill atingia o Alva, depois de ter percorrido perto de 240 quilómetros em 5 dias.
Da Ponte da Mucela e da Moura Morta foram chamados para o Buçaco Hill e Leith, ficando aí a brigada Lecor, constituída pelos nossos regimentos de infantaria n.os 12 e 13 e batalhão de caçadores n.º 5, e que fora reforçada pelos regimentos de milícias da Idanha, da Covilhã e de Castelo Branco.
Na margem direita do Alva, vigiando os caminhos que vinham de Mortágua ao Mondego e junto ao Carapinhal e Paradela, ficara também a divisão de cavalaria Fane, constituída pelos nossos regimentos de cavalaria n.os 1, 4, 7 e 10, e pelo regimento inglês n.º 13, de dragões ligeiros.

A Escola dos nossos Antepassados em Mucela

Foi aqui que funcionou em MUCELA a Escola Primaria das Lavegadas no inicio do Sec. XX

Nesta altura só devia haver meninos na escola e a maioria ia descalça para as aulas quer chovesse quer fizesse sol.

Aqui e à boa maneira antiga, os nossos avós e bisavós levaram muita reguada.

E como eles diziam " Só se perdiam as que caiam no chão "

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sábado, maio 15, 2010

Campo de Jogos na Moura Morta


Há vários anos a aguardar pela Iluminação

Os postes já lá estão

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Antigos Mouramortinos na Equipa de 1965 da Academica de S. Martinho



Nesta Equipa de 1965 da Academica de S. Martinho da Cortiça podem ver-se da Moura Morta os Engºs Alvaro da Vinha e Joãozinho Alves bem como o Engº Alvaro Ribeiro da Ponte Mucela.

http://saomartinhodacortica.no.sapo.pt/grupodesportivo.htm

A casa da Eira da Ti Felicidade


A casa da Eira da Ti Felicidade
Moura Morta

Como o próprio nome indica esta era a casa que estava junto à eira, que servia de celeiro ou de armazém de palha e outras ferramentas que se utilizavam na agricultura.

Era na eira que se colocava o milho a secar até terminar o processo de secagem era guardado na casa da eira, local do qual era transportado para as Arcas ou Arcaz.

Também se podia secalhar a palha ou ser o palco da escamisada, mas era aqui que eram malhados e erguidos os cereais.