sábado, junho 17, 2017

A Proposito da falta de Agua no Rio Alva

Parece não ser ainda de conhecimento das Autoridades competentes o que se está a passar a jusante da Barragem das Fronhas.

A seguir dão-se a conhecer as entidades que devem ter conhecimento e prestar os necessários esclarecimentos às populações.
A  falha na manutenção do caudal ecológico mínimo do Rio a jusante da Barragem é da responsabilidade de alguem e está a perturbar as populações ribeirinhas do Rio Alva, afectando 3 concelhos ( Arganil, Penacova e VN de Poiares ) e as varias freguesias adjacentes: Pombeiro, S. Martinho da Cortiça, Lavegadas, Friumes e Paradela.
Alguem terá de obrigar à reposição do caudal ecologico de 2 m3/s à saida da Barragem das Fronhas. Quer a agua passe ou não pelo canal da mini hidrica, quer passe pelos difusores da Barragem. O que é que se tem a haver com uma empresa privada, parasitada na EDP que já começou a criar problemas?

Consultando o site: http://pegadas-ecologicas.blogspot.pt/2012/04/autoridade-portuguesa-do-ambiente-apa.html que vale a pena consultar e que resume



A Autoridade Portuguesa do Ambiente (APA) enquanto Autoridade Nacional da Água

A APA exerce as funções de Autoridade Nacional da Água e de Autoridade Nacional de Segurança de Barragens. Enquanto Autoridade Nacional da Água tem as seguintes atribuições:
-Propôr, desenvolver e acompanhar a execução da política nacional dos recursos hídricos, de forma a assegurar a sua gestão sustentável, bem como garantir a efectiva aplicação da Lei da Água e demais legislação complementar;
-Assegurar a protecção, o planeamento e o ordenamento dos recursos hídricos;
-Promover o uso eficiente da água e o ordenamento dos usos das águas;
-Emitir títulos de utilização dos recursos hídricos e fiscalização do cumprimento da sua aplicação;
-Aplicar o regime económico e financeiro dos recursos hídricos;
-Estabelecer e implementar programas de monitorização dos recursos hídricos;
-Gerir situações de seca e de cheia, coordenar a adopção de medidas excepcionais em situações extremas de seca ou de cheias e dirimir os diferendos entre utilizadores relacionados com as obrigações e prioridades decorrentes da Lei da Água e diplomas complementares;
-Promover a conciliação de eventuais conflitos que envolvam utilizadores de recursos hídricos, nomeadamente, promovendo o recurso a arbitragens, cooperando na criação de centros de arbitragem e estabelecendo acordos com centros de arbitragem institucionalizados já existentes;
-Promover a elaboração e a execução da estratégia de gestão integrada da zona costeira e assegurar a sua aplicação ao nível regional, assegurando a protecção e a valorização das zonas costeiras;
-Prosseguir as demais atribuições referidas na Lei da Água e legislação complementar.

Enquanto Autoridade Nacional de Segurança de Barragens exerce funções no âmbito, nomeadamente, do controlo de segurança, bem como da promoção e fiscalização do cumprimento do Regulamento de Segurança de Barragens.

A Monitorização da água, no ramo atmosférico, no ramo continental (superficial e subterrâneo) e no ramo marítimo do ciclo hidrológico, nos aspectos de quantidade e qualidade, bem como da hidromorfologia e dos ecossistemas aquáticos, constitui-se como o primeiro elemento de medida do controlo do estado dos sistemas hídricos, da eficácia das medidas de planeamento e da eficiência das medidas de gestão. Constitui-se também, pela disponibilização directa da informação recolhida ao cidadão e a outras entidades , como contributo importante para a gestão participada e cidadania.
Assim, a política de monitorização é entendida na APA com um âmbito mais amplo que engloba, para além das redes de medição, os seus instrumentos de medida e procedimentos de recolha e validação, também os sistemas de bases de dados para o seu armazenamento bem como da informação complementar, e os modelos de simulação de apoio à gestão e ao planeamento dos recursos hídricos.


O repositório de toda a informação no domínio da água é o Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), que  compreende um vasto conjunto de procedimentos de pré- e pós-processamento de dados até à sua disponibilização.

O planeamento das águas visa fundamentar e orientar a protecção e a gestão das águas e a compatibilização das suas utilizações com as suas disponibilidades de forma a garantir a sua utilização sustentável, proporcionar critérios de afectação aos vários tipos de usos pretendidos, e fixar as normas de qualidade ambiental e os critérios relativos ao estado das águas.
Compete à autoridade nacional da água, instituir um sistema de planeamento integrado das águas adaptado às características próprias das bacias e das regiões hidrográficas. A Lei da Água (Lei n.º 58/2005, de 29 de Dezembro) rege os moldes em que o planeamento e gestão dos recursos hídricos devem ser desenvolvidos.


O planeamento das águas é concretizado através dos seguintes instrumentos:
a) Plano Nacional da Água, de âmbito territorial, que abrange todo o território nacional;
b) Planos de Gestão de Bacia Hidrográfica, de âmbito territorial, que abrangem as bacias hidrográficas integradas numa região hidrográfica e incluem os respectivos programas de medidas;
c) Planos Específicos de Gestão de Águas, complementares dos planos de gestão de bacia hidrográfica, podem ser de âmbito territorial, abrangendo uma sub-bacia ou uma área geográfica específica, ou de âmbito sectorial, abrangendo um problema, tipo de água, aspecto específico ou sector de atividade económica com interação significativa com as águas.
As actividades que tenham um impacto significativo no estado das águas só podem ser desenvolvidas desde que ao abrigo de um título de utilização emitido nos termos e condições previstos na Lei da Água (Lei 58/2005 de 29 Dezembro)e no Regime de Utilizações dos Recursos Hídricos (Decreto-Lei n.º226-A/2007, de 31 Maio, ao abrigo do art.11.º) A utilização dos recursos hídricos públicos e particulares que possa ter impacto significativo no estado das águas e na gestão racional e equilibrada dos recursos, carece de um título que permita essa utilização. Esse título é atribuído pela Administração de Região Hidrográfica (ARH) territorialmente competente, em função das caraterísticas e da dimensão da utilização, podendo ter a figura de "autorização", “licença”, ou “concessão”. Relativamente ao pedido de autorização, o mesmo considera-se deferido se não for comunicada qualquer decisão no prazo de dois meses após a sua apresentação, tal como disposto no artigo 66.º da Lei n.º58/2005 de 29 de Dezembro, desde que não se verifique qualquer dos pressupostos que imponham o indeferimento.
A Fiscalização constitui um dos mais importantes instrumentos de gestão, podendo ser definida como uma actividade de controlo e monitorização dos usos dos recursos hídricos. A principal finalidade da fiscalização é garantir os múltipos usos  previstos para a água.Nos termos do artigo 90.º da Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro (Lei da Água), as actividades de inspecção e fiscalização são reguladas da seguinte forma:
 1 - A verificação do cumprimento das normas previstas na presente lei pode revestir a forma de:
-Fiscalização, a desenvolver de forma sistemática pelas autoridades licenciadoras, no cumprimento da obrigação legal de vigilância que lhes cabe sobre os utilizadores dos recursos hídricos, quer disponham ou não de títulos de utilização, e de forma pontual em função das queixas e denúncias recebidas relativamente à sua área de jurisdição;
Inspecção, a efectuar pelas entidades dotadas de competência para o efeito de forma casuística e aleatória, ou em execução de um plano de inspecção previamente aprovado, ou ainda no âmbito do apuramento do alcance e das responsabilidades por acidentes de poluição.
2 - A fiscalização compete às ARH com jurisdição na área da utilização e às demais entidades a quem for conferida legalmente competência para o licenciamento da utilização dos recursos hídricos nessa área, cabendo-lhes igualmente a competência para a instauração, a instrução e o sancionamento dos processos de contraordenações por infrações cometidas na sua área de jurisdição.

3 - Colaboram na acção fiscalizadora as autoridades policiais ou administrativas com jurisdição na área, devendo prevenir as infracções ao disposto nesta lei e participar as transgressões de que tenham conhecimento.

4 - A inspecção compete à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Cabe assim, às Regiões Hidrográficas, a fiscalização do cumprimento das normas constantes da Lei da Água e do Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio (Regime de utilização dos recursos hídricos).

No âmbito das competências que cabem às autoridades policiais com jurisdição na área de atuação das ARH, foram celebrados protocolos de colaboração com a Guarda Nacional Republicana, entidade que, através do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), tem por missão zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes à proteção e conservação da natureza e do meio ambiente e dos recursos hídricos.
No contexto destes protocolos, foram promovidas acções de formação, em 2010, sob o tema "O Regime Jurídico da Utilização dos Recursos Hídricos na Perspetiva Contraordenacional", destinadas ao SEPNA/GNR, Polícia Marítima e agentes de Vigilância e Fiscalização do ex-MAOT.
Conforme disposto no artigo 92.º da Lei da Água, no âmbito da aplicação do princípio da precaução e prevenção, as ARH devem promover a elaboração de planos de fiscalização, dos quais devem constar os seguintes elementos:
-âmbito espacial;
-temporal e material;
-programas e procedimentos adoptados;
-modo de coordenação das entidades competentes nesta matéria.
Neste âmbito são  elaborados, anualmente, os planos de fiscalização estruturados por: Critérios de Selecção, Programação e Meios envolvidos. O cumprimento destes planos cabe às ARH com a colaboração do SEPNA.
A Directiva Quadro da Água (Directiva nº 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de Outubro) dá uma enorme relevância à questão da participação pública na gestão da água. Participação pública é um conceito que pode ser definido de diversas formas, em sentido mais lato ou mais restrito, e conforme o contexto em que se insere.
Entende-se por participação pública a informação e consulta dos interessados, incluindo-se neste conceito a audição de instituições da Administração Pública, cujas competências o justifiquem. A consulta pública é o procedimento compreendido no âmbito da participação pública que visa a recolha de opiniões, sugestões e outros contributos dos interessados. Todos os cidadãos, bem como as entidades interessadas na gestão da água, têm o direito e o dever de dar a sua opinião e participar.


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quinta-feira, março 23, 2017

O Rio Alva e os seus Efeitos




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domingo, agosto 28, 2016

A Moura Morta na TVI

Numa promoção do concelho de Vila Nova de Poiares a Moura Morta aparece como um local privilegiado para a prática de atividades desportivas e de lazer. A pesca à pluma, a canoagem, o trial e o BTT são exemplo dessas atividades. Estiveram nas filmagens varios atletas mouramortinos e poiarenses com o apresentador conhecido Manuel Melo.












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terça-feira, julho 22, 2014

Isto é o Rio Alva na Moura Morta


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segunda-feira, julho 21, 2014

Escuteiros de Poiares, acamparam no Caneiro

Estiveram acampados e a desenvolver varias actividades no Caneiro, um Grupo de Escoteiros de Poiares. Pena foi que o tempo com as suas bategas de agua lhes tenha estragado os planos. Com a chuva não podiam assim desenvolver a programação dos seus trabalhos. Acabaram por "levantar tendas" no domingo passado.

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terça-feira, junho 03, 2014

Trilhos para as Caminhadas.

Com a marcação dos Trilhos para as Caminhadas, tem-se descoberto a beleza das paisagens ribeirinhas da Moura Morta. O Rio Alva é dos Rios mais bonitos deste país com paisagens espectaculares.










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segunda-feira, março 24, 2014

Neste Inverno o Rio Alva esteve bruto ...

Bela fotografia de uma das cheias deste Inverno. O Caneiro da Moura Morta estava completamente afogado e a estrada circundante à moenda.....desapareceu na enxurrada. Este desaparecimento é ciclico e conveniente, pois todos os anos a estrada de "acesso à agua" é reparada e reconstruida permitindo boas acessibilidades na envolvente da Moura Morta. Esta estrada foi financiada com verbas para ser mesmo assim...de acessos facilitadores à àgua do rio.

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segunda-feira, novembro 26, 2012

Os recantos do rio Alva

O verde da vegetação e das árvores a contrastar com a limpidez das águas brancas do Alva.

Simplesmente maravilhoso



Publicado em 5/4/11

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quarta-feira, setembro 07, 2011

Segunda Edição da “Mostra de Sabores e Tradições” levou mais de duas mil pessoas a descobrir os Vales do Alva e Alvoco

Um exemplo a seguir pelas Freguesias do Baixo Alva com varias Freguesias e Concelhos.
Seria um êxito com toda a certeza. Concelhos de Arganil, Penacova e Poiares com as suas variadas Freguesias mas com muito de comum e associado ao Rio Alva.

Depois de em 2010 se terem juntado cinco Freguesias da zona norte do concelho de Oliveira do Hospital, Ervedal da Beira, Lagares da Beira, Meruge, Seixo da Beira e Vila Franca da Beira, para realizar em Ervedal da Beira a primeira edição da Mostra de Sabores e Tradições - “Da Cordinha ao Cobral”, este ano foi a vez de sete das Freguesias da zona sul se unirem e trabalharem em conjunto para concretizar a II Mostra de Sabores e Tradições - “Do Alva e Alvoco”.

Com o objectivo de divulgar e valorizar o potencial e dos melhores produtos locais que o Concelho de Oliveira do Hospital possui, o Contrato Local de Desenvolvimento Social de Oliveira do Hospital – TEAR, enquanto projecto promovido pelo Município de Oliveira do Hospital e coordenado pela Associação para o Desenvolvimento Social e Cultural do Vale do Cobral, conseguiu juntar e pôr a trabalhar em conjunto as Freguesias de Aldeia das Dez, Alvoco das Várzeas, Avô, Penalva e Alva, Santa Ovaia, S. Sebastião da Feira e Vila Pouca da Beira para esta segunda edição da Mostra, que decorreu nos passados dias 3 e 4 de Setembro na sede da freguesia ribeirinha de Penalva de Alva.

Ao longo destes dois dias os mais de dois milhares de visitantes da Mostra, que vieram de vários pontos do concelho e da região, puderam degustar a melhor gastronomia desta zona do Concelho e conhecer o artesanato tradicional dos vales do Alva e Alvoco, sempre com o rio Alva como companhia. No total, foram cerca de 40 os expositores que nos brindaram com a demonstração ao vivo da sua arte, dando a conhecer e preservando as técnicas e ofícios tradicionais, apostando na sua valorização.

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segunda-feira, agosto 01, 2011

Aqui o VIMIEIRO tão perto

O que podia ter sido feito tambem na Moura Morta e não se fez.

Aqui no Vimieiro, Oscar Trindade mostra-nos as belezas que um rio , umas moendas e um caneiro podem valer


Com um espelho de agua identico, com umas moendas, com uma Roda de tirar agua, com um barco e com acessos amplos e bons estacionamentos, o Rio Alva na Moura Morta faria juz ao melhor pesqueiro de trutas da Europa.
Do Penacova Actual

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sábado, dezembro 11, 2010

Rio Alva

Quando é que a Moura Morta recuperará o seu Caneiro, não só para fazer jus ao nome mas também para mostrar algum respeito por aquilo que outrora alguém construiu...

Aqui fica o exemplo de um caneiro típico do rio Alva.

Será que algum dia a Moura Morta voltará a ter um assim?
(Sonhos de Natal)

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sexta-feira, outubro 08, 2010

O Rio Alva é uma festa ....

A Moura Morta tem uns parceiros no Alva lá mais para montante.
Parabens ao pessoal de Coja

Descida do Rio Alva
DESPORTO - 06-10-2010
Organizado pelo Trans Serrano – Formação e Serviços na Natureza, vai ser efectuada uma Descida do Rio Alva em Canoagem[Vila Cova do Alva / Côja].
De acordo com a empresa promotora do evento, este é um sector com mais de uma dezena de açudes e de diferentes formatos [rampa, degrau, vertical, redondo, inteiro, semi-destruídos, etc]. Não tem sectores muito técnicos, mas exige alguma condição e destreza física, porque o contacto com a água é inevitável. Requer experiência anterior em canoagem.
Para os interessados, a descida acontece no dia 31 de Outubro, pelas 09h30. O custo é de 21,50€ e as reservas podem ser feitas para os seguintes números de telefone: 235778938 / 966217787 / 969840055 / 966423677.

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quarta-feira, setembro 01, 2010

O Rio Alva vem preto .....


Uma enxurrada de água e lama invadiram ontem, ao final do dia, a estrada de ligação entre Seia e S. Romão e provocaram inundações em oito casas.

A enxurrada foi provocada por uma tempestade que fez cair muita chuva, aumentando o caudal de um riacho que vem da encosta da serra da Estrela.

Esta é já uma consequência do grande incêndio que devastou a serra este Verão. O presidente da câmara de Seia já tinha alertado para esta possibilidade em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS.

Carlos Camelo está também preocupado com a possibilidade de a captação de água no rio Alva que é feita na Senhora da Ribeira poder vir a ficar contaminada.

A Estação de Tratamento de Água da Senhora da Ribeira abastece não só o concelho de Seia, mas também partes do concelho de Gouveia e Oliveira do Hospital.

O rio preto em que se transformou o riacho que galgou as margens na cidade de Seia, deu trabalho aos bombeiros, durante toda esta noite na limpeza das habitações e da estrada.

O comandante dos bombeiros de Seia, Virgilio Borges, está igualmente preocupado com o dia de hoje, uma vez que está prevista a queda de chuva forte para a região.

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quinta-feira, junho 24, 2010

À Descoberta do Alva: Fronhas - Mucelão


Caminhada 'À Descoberta do Alva: Fronhas - Mucelão'

A Câmara Municipal de Arganil, em parceria com a Junta de Freguesia de São Martinho da Cortiça, vai realizar, no próximo dia 11 de Julho, a Caminhada 'À Descoberta do Alva: Fronhas - Mucelão'.
A concentração dos caminhantes terá lugar no Parque Verde Urbano do Sub-Paço, pelas 8h30, ou no Largo da Capela de Fronhas, pelas 9h00, de onde sairão com destino a Mucelão, num percurso que acompanha a margem do rio, estando a chegada prevista para as 12 horas àquela localidade, onde será servida uma refeição, oferta da Junta de Freguesia de São Martinho da Cortiça.
As inscrições deverão ser efectuadas através dos seguintes contactos:
- 235200160 "Câmara Municipal de Arganil "
ou 239456927 "[Junta de Freguesia de São Martinho da Cortiça".

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segunda-feira, maio 31, 2010

Concurso de Pesca na Moura Morta - 5 de Junho

Para divulgar o Concurso foi criado este Cartaz com uma significação extraordinária ao movimento que se tem gerado na Moura Morta em relação ao Rio Alva e ás suas belezas naturais.

O Centro de Convivio criou um Blogue que pode ser consultado no seguinte endereço:

http://centroconviviomm.blogspot.com

Tambem o seu endereço electronico é: centroconviviomm@gmail.com


Regulamento Específico do Concurso

1. O Concurso vai reger-se pelo Regulamento Específico do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Pluma Sénior de 2010, com as seguintes alterações:


a) O local de concentração, sorteio de grupos e tramos, será às 07 horas do dia 5 de Junho de 2010 no Centro de Convívio da Moura Morta (Moura Morta, 3350-053 Vila nova de Poiares)

b) Área da Prova, Concessão de Pesca Desportiva do Rio Alva .

c) O concurso é composto por 4 mangas, com a duração de duas horas cada uma.

d) Horário das mangas:
- 1ª manga - (início às 8 horas./ termo às 10 horas)
- 2ª manga - (início às 11 horas/ termo às 13 horas)
- 3ª manga - (início às 15h30/ termo às 17h30)
- 4ª manga - (início às 18h30 /termo às 20h30)


e) Os pescadores do grupo A pescam a 1ª e 3ª mangas e controlam na 2ª e 4ª mangas. Os pescadores do grupo B, pescam na 2ª e 4ª mangas e controlam na 1ª e 3ª mangas.

f) O comprimento mínimo das capturas será de 17 cm. A cada captura com medida inferior aos 17 cm será atribuída 1 ponto.

g) O Custo de participação é de 27,5€. Este valor inclui:
- A inscrição no concurso;
- A Licença Especial Diária (obrigatória para se poder pescar na concessão);
- Almoço;
- Jantar de encerramento.

h) As inscrições devem ser enviadas por mail para: centroconviviomm@gmail.com até ao dia 24 de Maio de 2010 com os seguintes elementos:
- Nome
- N.º Bilhete de Identidade, Data de Emissão e Arquivo
- N.º de Licença de Pesca
- Comprovativo do pagamento (que deve ser feito por transferência bancária para o nib: 0035 0621 0000 2313 430

2. Serão atribuídos os seguintes prémios:

1.º Classificado: cheque prenda 150€* + troféu
2.º Classificado: Cheque prenda 75€* + troféu
3.º Classificado: Cheque prenda 50€* + troféu

Restantes classificações: Prémios oferta Alvaflyfishing.

* Cheque prenda, para ser trocado por material de pesca à pluma na loja Alvaflyfishing.

in: http://www.centroconviviomm.blogspot.com/

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quarta-feira, março 24, 2010

Poiares vai investir em aquário único no país

Em que fase está este projecto que noticiámos há um ano?

Projecto em fase adiantada de estudo - 24 de Março de 2009

É um dos mais pequenos concelhos do distrito de Coimbra, mas sonha ser grande, pelas gentes e pela obra, e não se escusa a avançar com projectos que marcam a diferença. Isso mesmo reconhece o presidente da autarquia, paladino e mentor da grande maioria dos projectos, uns mais originais do que outros. Original por excelência é a nova proposta que Jaime Soares acaba de “magicar” e que o executivo, agradado, aprovou por unanimidade.
Em causa está a construção de um aquário de água doce, que pretende constituir um espaço de promoção, afirmação e estudo da biodiversidade, desta feita centrada na vida dos grandes rios portugueses, com uma incursão ao estrangeiro – eventualmente ao Amazonas - e ainda com um enfoque especial nos rios da região.
«Poiares tem de se afirmar pela diferença», defende Jaime Soares, que quis, agora, que essa afirmação passasse por duas componentes que reputa de fundamentais: as crianças e jovens, por um lado, e o estudo e o conhecimento por outro. Conjugados os dois factores, o presidente da autarquia poiarense juntou-se um outro: algo «que fosse importante para Vila Nova de Poiares e aqui atraísse muita gente, nomeadamente das escolas e das universidades». A componente biológica, da vida, e a vasta tradição lusa ligada ao mar e aos rios fez o resto. «O mar está longe de Poiares, mas temos os rios» e a ideia de um aquário de água doce, que recriasse a vida dos grandes rios e testemunhasse a riqueza da fauna e da flora que os caracterizam, ganhou forma na mente do autarca.
«Temos o Aquário Vasco da Gama, com mais de 100 anos, o Oceanário e, em Mora, também existe um projecto, mas pensámos uma coisa diferente», um projecto mais envolvente, mais global, com uma componente lúdica, mas também direccionado para o estudo e para a investigação. «Uma estrutura de afirmação regional e nacional e que pode mesmo ter projecção além fronteiras», adianta, sonhador, Jaime Soares.
Motivado pelo sonho, o autarca de Vila Nova de Poiares resolveu munir-se dos necessários instrumentos técnicos, no sentido de começar a dar forma à ideia. Confessa, então, que visitou vários países, onde esteve em contacto com as estruturas e com a tecnologia que “enformam” o projecto. Acompanhado por engenheiros, arquitectos e outros técnicos, o autarca de Poiares visitou vários países, nomeadamente França, Espanha, Itália e Bélgica e o que viu cimentou-lhe mais as ideias e o projecto, que ainda está no “segredo dos deuses”, já começou a tomar forma, com a garantia de que os autores – arquitectos e engenheiros, são portugueses, mas a tecnologia será «do mais avançado que se faz na Europa».
«Será um orgulho para a região e para o país», afirma o edil, sublinhando o papel decisivo que, em termos futuro, este equipamento pode ter para o estudo da biodiversidade, para a preservação do meio ambiente e para o ensino/educação dos mais jovens. De resto, poderá encarar-se como uma estrutura complementar, esta centrada na vida dos rios, relativamente ao projecto que a autarquia pretende desenvolver na Serra do Carvalho, que quer transformar num parque lúdico, de lazer e de preservação as espécies autóctones, quer em termos de fauna, quer de flora.
Investimento sustentável
O concelho que claramente tem uma “boa nota” em termos ambientais, pode e deve, no entender de Jaime Soares, fazer mais e melhor pela preservação das riquezas naturais e o aquário de água doce é, sem sombra de dúvida, o mais recente e também mais arrojado projecto. «Pretendemos criar, em Poiares, um grande centro de chamamento ao estudo e ao desenvolvimento de todas as espécies que têm nos rios o seu habitat natural», diz Jaime Soares.
A seu favor, para além das ideias, o concelho tem «condições naturais de excelência», refere o autarca, apontando ainda para a proximidade das universidades de Coimbra e de Aveiro, como elemento aglutinador em termos científicos, técnicos e de investigação. Sobretudo é «uma afirmação importante para o distrito».
O projecto está em fase avançada de estudo, reconhece o autarca, prometendo, que a breve trecho vai fornecer mais informações sobre o aquário de água doce.
Em principio e pela sua interioridade no concelho deve vir a ser criado no Rio Alva entre a Barragem das Fronhas e o Vimieiro numa grande extensão de percurso fluvial no concelho de Poiares. Na Rebordosa e com as infraestruturas lá existentes não haverá sossego para as espécies em aquário natural. A zona oriental do concelho entre a Serra de S.Pedro Dias e o Rio Alva é um verdadeiro Santuário da flora e da fauna, onde existe a maior reserva de trutas autoctones.
Não deverá ser no Rio Mondego pois essa zona é muito mais de Penacova do que de Poiares. Adianta ainda que este projecto único e que se afirma pela diferença representa «um investimento absolutamente suportável», muito embora se escuse a avançar com valores, uma vez que, “o segredo é a alma do negócio”.Não deixa, todavia, de adiantar que, feitas as contas, se trata de «um investimento que se paga em pouco anos», tendo em conta que os estudos feitos e a experiência vivenciada noutros países garantem o total «êxito e a sustentabilidade do empreendimento». «É uma aposta ganhadora e de grande importância para a criação de riqueza em Poiares», remata Jaime Soares, sublinhando que os “ganhos” vão muito para além do concelho, «envolvendo a região e o país», uma vez que o que se pretende criar é uma «uma estrutura única, de afirmação nacional e além fronteiras», que conjuga «empreendedorismo, inovação e modernidade», ao serviço da ciência, da cultura, dos jovens e do ambiente.
in DC

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