quarta-feira, setembro 04, 2013

E cá temos as Lavegadas representadas pela Juventude.

Desde o tempo em que Antonio Ferreira Lucas da Moura Morta encabeçou a lista do CDS às Lavegadas e perdeu so por 2 votos para Antonio Gonçalves de Sabouga, nunca mais se tinham visto bandeiras azuis nas Lavegadas. Houve a coragem e a determinação do Luis Filipe e da Cristina Simões do Barreiro darem a cara por um projecto interessante e democrático.




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sábado, fevereiro 04, 2012

Um pouco da historia da Moura Morta e das Lavegadas

História

A aldeia de Moura Morta pertence à Freguesia de São José de Lavegadas e fica a nascente do Concelho de Vila Nova de Poiares.
LAVEGADAS
Esta Freguesia que tem a sua sede na aldeia de Igreja Nova, dista de Coimbra cerca de trinta quilómetros.
São sete aldeias que compõem esta freguesia: Moura Morta, Mucela, Igreja Nova, Barreiro, Ponte de Mucela, Sabouga e São Pedro Dias.

São José de Lavegadas possui uma das mais belas paisagens da Região Centro com a monumental descida da Estrada da Beira entre o São Pedro Dias e a Ponte de Mucela.
Este troço de estrada é considerado Património Monumental Ambiental que comunga com a natureza a humildade dos seus habitantes.
É uma força activa no Concelho de Vila Nova de Poiares, porque é necessário recordar que o nosso concelho é relativo na sua pequenez geográfica. Cada terra distingue-se da outra e forma com ela a salvaguarda de uma arte própria que comunga na diversidade dos factos com a realidade das coisas, a forma distinta de ser e fazer cultura.


É a freguesia mais pequena e menos populosa do Concelho de Vila Nova de Poiares. Resulta de uma desanexação da Freguesia de São Miguel de Poiares à qual se veio a juntar a povoação da Moura Morta no século passado - 1898 - embora já pertencesse para fins eclesiásticos, desde o século XVIII.


A Moura Morta pertenceu anteriormente às freguesias de Saguinheda e depois a Pombeiro da Beira antes de se integrar na freguesia de Lavegadas.
Os seus termos eram delimitados geograficamente pelo Rio Alva e pelas ribeiras de Sabouga e de Vilarinho.
O seu orago é o Divino Espírito Santo
Procissão e andor do Espírito Santo
O Rio Alva com os seus meandros envolve totalmente a Moura Morta.Naturalmente por se situar à beira rio teve naturalmente a importância das industrias das moagens com as 5 moendas e Caneiros que o atravessavam.

As moendas da Marinheira,do Torrozelo, do Vale das Fontes, da Moura Morta, do Fatacho e da Redonda mostram a riqueza que existiu antigamente.
Tambem a existencia dos moinhos de ribeiro que substituiam o trabalho das moendas na ocasião das cheias.Cinco deles na Ribeira de Sabouga e 3 da Ribeira de Vilarinho.
As insuas com os seus cultivos de milho foram um grande celeiro da região.Moura Morta fica envolvida pelos meandros do Rio Alva que envolve a aldeia totalmente.Resumo justificativo de cada aldeia


A natureza das nossa ruralidade mistifica-se com a oralidade da história do povo e glorifica-se com a historia milenar das nossas aldeias.


São Pedro Dias - O Dólmen e a sua capela que no século passado era conhecida por "Almas da Serra".
Local onde ainda hoje se faz a romaria do S. Pedro e onde era habito as populações das aldeias vizinhas rumarem com as suas merendas para os terrados junto da capela.Já nessa altura se montavam tendas onde se feirava os bonequitos de barro e os pifaros de barro.
Quem é que nunca comprou no S.Pedro um pifaro e um pretito com um laço vermelho? Dizia-se que dava sorte.
Quem nunca jogou na roleta dos rebuçados? e os malandros da vermelhinha?


O Dólmen que existiu teve pouca sorte e ainda hoje há quem usufrua das grandes lajes do dólmen.
Como esse monumento estava na terra de ninguém ( um baldio ), os habitantes mais espertos da vila, a seu tempo saquearam este cemitério dos nossos antepassados.
Com boa vontade e com a encomenda das almas para as profundezas do inferno ainda se conseguiriam ir buscar á vila pelo menos uma dessas pedras tumulares.





Mucela e Barreiro

Desde o Século X que se atesta em documentos no Mosteiro de Lorvão a povoação de Mucela...Barreiro confunde-se certamente com a sua vivência.
Mucela foi vila importante na celebre Estrada Militar entre Tomar-Ponte da Mucela.
Do século XIII em 1298, existe registo da edificação de uma ponte gótica sobre o rio Alva na Ponte de Mucela.


A Moura Morta recebe foral no mês de Abril de 1151 e é confirmado em Coimbra no mês de Novembro de 1217.
Foi nas gentes da Moura Morta que D. Afonso Henriques confiou para guardar os impostos e recrutar as gentes para combater a moirama.
Nessa altura Moura Morta era a terra mais importante no triangulo entre Linhares da Beira,Rabaçal e Coimbra.

Aquando da retirada das tropas francesas da Batalha do Buçaco foi nas terras de entre a Ponte de Mucela e a Moura Morta que pernoitaram na primeira noite tendo depois ido ficar na 2ª noite à serra de Sta Quitéria.
Esta passagem das tropas foi uma desgraça para o povo, pois foram cortados e queimados quase todos os castanheiros e oliveiras para fazer o lume da cozinha do acampamento.


Sabouga - No "Diccionario de Geographia Universal" em 1878 Sabouga é denominada Saboga possuindo no seu Orago Santo Inácio de Antíoquia, um enigma de religiosidade...Havendo no século XII (1126) documentos da sua existência.


Mais tarde e infelizmente no Séc. XIX, Sabouga foi celebre por ser um local de retaguarda de leprosos.Não chegou a ser uma leprosario porque a crise foi debelada na altura.


São José de Lavegadas associa-se a "Lobegadas" - sítio de lobos? -Talvez!? Hoje Igreja Nova devido à construção de um edifício religioso no século XVIII...


A Freguesia de componente social extremamente rural, ainda revive as suas tradições ancestrais como o trabalho do linho e de tecelagem de farrapos...

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sexta-feira, novembro 04, 2011

LAVEGADAS vai desaparecer do MAPA:

A nossa freguesia vai desaparecer do mapa.
Veja neste mapa quais os distritos que perdem mais freguesias e quantas freguesias é que cada concelho perde. Fique também a saber se a sua freguesia é uma das 2.346 que não cumpre os critérios do Governo e, por isso, vai deixar de existir nos moldes actuais.

Vila Nova De Gaia Seixezelo 1.708
Vila Nova De Gaia Sermonde 1.361
Vila Nova De Paiva Fráguas 217
Vila Nova De Poiares Lavegadas 204
Vila Pouca De Aguiar Afonsim 183
Vila Pouca De Aguiar Gouvães Da Serra 133

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=517189&pn=1

O Governo quer reformar o poder local em quatro eixos prioritários. Um deles é a organização do território, e a intenção é mudar completamente o quadro que existe actualmente, de 4.260 freguesias. O Governo não se compromete com uma meta, mas o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio, afirmou recentemente que o resultado final não deve ser inferior a uma redução de mil freguesias.

O Negócios analisou os dados da Associação Nacional de Freguesias (Anafre) e compilou-os, para concluir que Braga é o distrito em que vai haver uma maior redução de freguesias (83,9%, ou menos 432 que as actuais). Barcelos, por exemplo, que é o concelho com mais freguesias em todo o País – tem 89 – não vai poder manter nenhuma nos actuais moldes. As freguesias que não cumprem os critérios do Governo terão de se fundir.

Das 2.346 freguesias que não cumprem os critérios poderão “sobrar” mil, ou menos, conforme a fusão que aconteça: por exemplo, agregam-se duas a duas ou três a três. O resultado final é, ainda, desconhecido, porque o Governo vai estudar a realidade de cada um dos 308 municípios.

Na tabela , pode tentar perceber se a sua freguesia está entre as que terão de se fundir, por não cumprir os critérios do Governo. Use o mecanismo de pesquisa. Se não a encontrar, é porque ela se vai manter nos moldes actuais. Se ela estiver presente, deixará de existir tal como agora e terá de se fundir com alguma das freguesias limítrofes.

Da leitura do mapa conclui-se que o esforço de redução será concentrado na região Norte do país, que vai garantir 56,6% da redução exigida ao País. No Sul é onde se registam as reduções proporcionalmente mais reduzidas.

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segunda-feira, outubro 24, 2011

Instalação da Assembleia de Freguesia

Faz hoje dois anos que tomou posse o Executivo da nossa Junta de Freguesia!

Junta de Freguesia de Lavegadas



"O Acto de Instalação e a primeira reunião da Assembleia de Freguesia de Lavegadas, tiveram lugar a 24 de Outubro de 2009, pelas 17 horas, na sede da Junta de Freguesia de Lavegadas no lugar de Igreja Nova."

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quinta-feira, outubro 06, 2011

O que Vai Ser da Freguesia de Lavegadas

Este é um património que não se pode perder com uma mera decisão administrativa, colocando em causa o bem-estar das populações e neste aspecto é fundamental ter consciência das distintas realidades entre as freguesias urbanas e rurais e das funções que cada uma exerce junto dos cidadãos.

Entende-se, ainda, que esta reforma poderá não passar pela extinção de Freguesias, que corta os laços das populações com o braço do Estado que lhe está mais próximo, devendo encontrar-se modelos de gestão inovadores, nos quais os eleitos e os cidadãos se revejam, que possam responder à necessidade de aumentar a escala na intervenção deste nível autárquico com ganhos de eficácia e eficiência na aplicação dos recursos públicos que lhes estão destinados.

A dinamização de Associações de Freguesias, que mantendo a identidade da Freguesia possibilita a redução dos órgãos de gestão e o reforço da sua capacidade e de meios para responder aos desafios colocados pelas populações, poderá ser uma das soluções a adoptar.

Face ao relevante interesse desta temática e às suas implicações no dia-a-dia das pessoas, propomos que a Câmara Municipal em estreita articulação com a Assembleia Municipal, com os partidos políticos e a sociedade civil, possa em breve lançar um debate público amplamente participado de forma a permitir que num primeiro momento se possam esclarecer os cidadãos do que está em causa, para que de seguida os possamos envolver na construção de uma solução consensual, a bem de toda a comunidade.

Esta é uma reforma que a todos diz respeito e à qual não podemos ficar alheios, sob pena dos resultados da mesma não corresponderem aos interesses dos cidadãos, aumentando-se a distância entre eleitos e eleitores.

Vamos ver o que está a ser preparado para a Freguesia das Lavegadas e quem apresenta soluções para o seu futuro.

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sábado, dezembro 04, 2010

Lavegadas

LAVEGADAS - LAVEGADOS - LEVEGADAS

Freguezia do Douro, concelho de Poiares, comarca da Louzan, 24 kilometros de Coimbra, 220 ao N. de Lisboa; 100 fogos.
Em 1757 tinha 57 fogos.
Orago de São José.
Bispado e districto administrativo de Coimbra.
A universidade de Coimbra apresentava anualmente o cura, que tinha 60$000 réis annuaes.


Nota: Era assim que no Sec.XVIII era conhecida as Lavegadas

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quinta-feira, março 11, 2010

O Zé Pequeno - Ponte da Mucela

Há cerca de 60 anos e com menos de metro e meio de altura "aterrou" na Ponte da Mucela uma figura amável, simpática e solícita que vindo da Beira Alta, desde logo ficou assim apelidado de Zé Pequeno. Já não era criança. Na época, a Ponde de Mucela era muito mais movimentada: não havia os IPs - que obrigava a maior parte do trânsito do Norte a usar a famosa estrada da Beira - já tinha uma bomba de gasolina, telefone público - único entre S. Martinho da Cortiça e Vila Nova de Poiares - automóvel de aluguer e duas camionetas de carga, três fornos de cal, padaria, fábrica de resina, estalagem, taberna, mercearia, moenda, lagar e dois carreiros (dois carros de bois). As camionetas da carreira - assim se chamavam os transportes públicos de então faziam ali paragem obrigatória para reabastecimento dos passageiros - ainda hoje são recordadas as sandes de vitela assada - carga e descarga para as redondezas especialmente passageiros destinados às três bruxas que então havia nos arredores. De tudo isto restam um telefone público uma moenda e um café!
Entretanto foram criados um antiquário, uma empresa de construção e uma oficina auto, estando a ser revitalizada a união da Ponte de Mucela, pessoa colectiva de utilidade Pública, há anos paralisada.
O industrial e comerciante José Serra Campos deu a Zé Pequeno alojamento no anexo de um dos seus fornos da cal.
O bom do Zé Pequeno facilmente se acomodou e recados não lhe faltavam, especialmente por vias das chamadas telefónicas com aviso prévio, alertando os destinatários das redondezas para as horas que deviam comparecer, bem como para as três bruxas "clínicas", recolhendo assim fundos para subsistir, indo a maior parte dos mesmos para o vinho.
Desde os tempos das diligências a Ponte da Mucela tinha várias cocheiras (já que ali era local de muda de gado e reabastecimento) que eram disponibilizados a troco do estrume das bestas para fertilização das terras. Grande parte do transporte de mercadorias ainda era feito por galeras e carroças que ali pernoitavam. Chegavam pela tardinha, arrumavam, dessedentavam o gado no rio, traziam-no para as manjedoiras, para o repasto e descanso. Os carroceiros dormiam por lá, nas cocheiras em tempo de frio ou nas carroças em tempo de quente, e por lá comiam os farnéis que traziam consigo, por vezes com um reforço de uma sopinha comida na estalagem. Também por lá transitavam enormes rebanhos que fugindo os rigor do Inverno na Serra da Estrela, ficavam do Outono à Primavera, sendo muito bem recebidos porque além de limaprem a erva, também fertelizavam os terrenos especialmente as ínsuas, para posterior sementeira.
O Zé Pequeno era pessoa de inteira confiança, excepto se tivesse vinho à mão: ai bebia até poder e a partir de então passava a dar vivas à república e ao socialismo (estávamos em plena ditadura), independente de quem estava presente, nunca tendo sido incomodado, apesar de então serem proibidas tais manifestações! Chamado à atenção respondia invariavelmente: vossas "inxelências" já sabem o meu fraco!
Em consequências de muitas pielas deu muitos trambolhões. O mais notado segui-se a uma soneca que o Zé Pequeno resolveu fazer em frente ao muro do café, ao virar-se, julgando-se na palhota, caiu para a calçada, e aqueles dois ou três metros deixaram-no em mísero estado.
Certo dia, o Zé Pequeno andava com uma daquelas habituais bebedeiras incomodando toda a gente, e foi corrido pela estrada acima, indo pernoitar a uma cocheira do também conceituado marinheiro (de seu nome António Joaquim Coimbra) tendo dado origem a um enorme incêndio, com consequências bem desagradáveis. Por vezes tinha maleitas, e as pessoas diziam-lhe que não tinha juízo, e que mais tarde ou mais cedo "embarcava". E ele lá se recompunha - mais copo menos copo - e sempre dizia:
"Eu morro no mesmo dia do Sr. José Serra", que muito estimava. E assim foi morreram os dois no mesmo dia.

Texto do Plim,
retirado da Comarca de Arganil

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sexta-feira, janeiro 29, 2010

Ponte da Mucela a nossa aldeia vizinha

Ponte da Murcella (ou Mucella)


A Ponte de Murcella é no districto da freguezia de São José de Lavegadas.
Não é no concelho de Tábua; mas do concelho de Poiares, comarca da Louzan. E´actual possuidor da quinta da Ponte da Murcella, o abastado proprietário e caridoso cidadão, o Sr. João Sena de Campos.
Este cavalheiro offereceu generosamente em Agosto de 1875, á junta de parochia de Lavegadas, uma optima casa para a escola de instrução primária, com capacidade para ser também residência do mestre.
E´digno dos maiores elogios , e da gratidão dos seus patricios.

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terça-feira, setembro 29, 2009

Eleições Autarquicas - O PS das Lavegadas


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domingo, março 30, 2008

Lavegadas nova Zona de caça

VILA NOVA DE POIARES
Zona de caça aumenta
Na época venatória 2008/09, a zona de caça municipal vai aumentar, com a inclusão da freguesia das Lavegadas.

O município de Vila Nova de Poiares reuniu o Conselho Cinegético Municipal, dirigido pelo presidente da Câmara Municipal, Jaime Soares. Na reunião foi feito um balanço da época venatória 2007/08, em que foram analisadas as jornadas de caça, bem como o tipo e o número de espécies abatidas, e debatidos outros pontos, como o processo de renovação da Zona de Caça Municipal por um período de mais seis anos e a proposta do Plano Anual de Exploração para a época venatória 2008/09.
A novidade em relação à época anterior reside no aumento da zona de caça municipal, que englobará a mancha da época anterior, acrescentando-se a área correspondente a toda a extensão da freguesia das Lavegadas, que tinha estado interdita, por estar a ser repovoada com espécies de caça.
Em relação à ordem de trabalhos do Conselho Cinegético, em que participaram representantes da QUERCUS, da Direcção Regional dos Recursos Florestais, da Associação de Caçadores, da Cooperativa Agro-Pecuária e também das Juntas de Freguesia, todos os pontos foram aprovados por unanimidade, tendo o presidente da Câmara Municipal manifestado vontade de ver uma maior participação e envolvimento dos caçadores neste processo.
Na sua intervenção, o presidente do Conselho Cinegético Municipal, Jaime Soares, sublinhou ainda o projecto de renaturalização que está a ser realizado na Serra do Carvalho, com vista à criação de um parque natural que se assumirá como um importante pólo de preservação da biodiversidade, não só da flora, mas também da fauna, dentro de uma estratégia integrada e sustentada de defesa da floresta contra incêndios.
O futuro parque tem mais de 150 hectares e o município tem vindo a arrancar milhares de pés de eucalipto desta área, que darão lugar a várias espécies autóctones, como cerejeiras-bravas, plátanos, carvalhos, castanheiros, cedros e muitas outras. No que toca à fauna, este espaço, depois de cercado e fechado, será também 'povoado' com perdizes, coelhos, lebres, corsas, veados ou ainda cabras serranas, transformando-se num espaço de desenvolvimento ambiental e de lazer único na região.
O município de Poiares pretende ver realizado este projecto a breve trecho, estando para isso a tentar captar fundos comunitários, fundamentais para a concretização desta infra-estrutura, referiu Jaime Soares.

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