Escuteiros de Poiares na Moura Morta
Foto tirada a um dos elementos do agrupamento junto à Capela da Moura Morta.
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Foral de D. Afonso Henriques (Ano 1.151).
Das primeira terras que teve Foral entre Linhares da Beira e Coimbra dado por D. Afonso Henriques.
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Supostamente esta seria uma actividade para aprofundarmos os nossos conhecimentos em ligações/amarrações, mas infelizmente acabou por não ser possível utilizar madeira. Apesar deste contratempo, aproveitámos ao máximo a nossa estadia na Moura Morta.
Desta actividade destacaram-se vários momentos hippies, o que nos fez sentir mesmo parte do Woodscout. Desde uma luta de lama a bowling humano num panal com água e detergente; desde a construção de uma bateria em campo a um momento espiritual de contacto com a Natureza, tudo nos transportou a um mundo diferente e único – como só o escutismo pode fazer. Houve jantares vegetarianos, cada um preparado por uma equipa diferente, e cozinhámos a lenha a actividade toda. Estivemos ainda em raid dia 12, almoçámos e passámos a tarde numa praia fluvial. Durante o acampamento vivemos também muitos momentos musicais, como não podia deixar de ser.
O que mais caracterizou o Woodscout foi a quantidade (e qualidade) de actividades espontâneas e fora do comum em que participámos e também o facto de nos termos todos passado a conhecer melhor, pois houve muito convívio e partilha. O local era excelente: com rio, uma paisagem fantástica e as pessoas da terra foram muito acolhedoras. É ainda de salientar que os exploradores foram bem acolhidos e o objectivo de os integrar na nossa comunidade pioneira foi atingido.
[por Maria Catré]
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Este Verão, os exploradores que para o ano vão passar para a IIIª, acamparam com os pioneiros na Moura Morta. Dia 9 de Julho encontrámo-nos todos na estação e lá fomos nós! Ficámos num sítio muito bom, perto do rio e rodeado de bonitas paisagens.
O tema desta actividade foi inspirado no Woodstock, à qual chamámos Woodscout.
Eu acho que apesar de todos os contratempos a actividade foi aproveitada ao máximo por todos. O que mais me marcou foi o facto de terem havido vários momentos espontâneos em que as pessoas mostraram realmente quem eram e se libertaram da imagem que passam todos os dias. Houve uma luta de lama, bowling humano, um raid e, como não podia deixar de ser, a música foi uma constante neste acampamento. Esta actividade foi sem dúvida uma actividade de muita paz e amor.
Infelizmente dia 13 lá pusemos as mochilas às costas e partimos de volta a Coimbra.
Eu penso que falo por todos quando digo que este grupo pioneiro resultou muito bem. Quero agradecer aos pioneiros e à chefia por nos terem recebido tão bem, também às pessoas de Moura Morta e, é claro, às queridas melgas que fizeram questão de nos dar as boas vindas todas as noites.
Muito obrigada, este foi sem dúvida alguma um acampamento a repetir que me aumentou as expectativas em relação ao próximo ano!
[por Mariana Cardoso]
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