sexta-feira, abril 04, 2014

Moura Morta é Mesmo Notícia ...

Os problemas das nossas aldeias não são só os problemas da Desertificação mas tambem os dos Fogos Florestais. Um assunto que não tem sido devidamente tratado, pois todos os anos se anda de coração na mão. Aguardava-se que altas autoridades dos Bombeiros com os conhecimentos que têm e que se dizem ter, poderiam ter tido uma actuação interessante nas épocas do outono, inverno e na primavera, ajudando e apoiando as populações envelhecidas nas suas aldeias. Os Bombeiros não são só necessários no verão. Ha muitos bombeiros, mais de 40.000 e mais de 5.000 meios moveis de combate a fogos. Ninguem os vê nas nossas aldeias a fazer qualquer trabalho de prevenção.
  Um bom exemplo foi recentemente dado na zona da Serra de Sintra em que os Bombeiros e a Protecção Civil de Cascais efectuaram queimadas controladas protegendo assim povoações e areas habitacionais. Isto parece que é tabu, só no nosso País, em que se deixam as povoações rurais entregues ao seu destino. O Verão está a chegar daqui a pouco tempo e só vai ser noticia os fogos,os bombeiros e gentes a fugir à frente dos fogos.

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terça-feira, abril 01, 2014

Na Moura Morta o Municipio deu a conhecer as Potencialidades de Poiares

MUNICÍPIO DEU A CONHECER POTENCIALIDADES DE POIARES

O Presidente do Conselho Regional da CCDRC, João Azevedo, escolheu Vila Nova de Poiares para a primeira de uma série de visitas descentralizadas que irá realizar pelos 78 municípios que integram o Conselho Regional da CCDRC, onde ficou a conhecer as enormes potencialidades de Poiares em várias áreas e também a necessidade urgente de uma boa ligação ao IP3.
Considerando que a promoção da criação de emprego é a principal forma dos territórios de baixa densidade conseguirem fixar pessoas e ganhar competitividade, o Presidente do Conselho Regional da CCDRC ficou a conhecer, in loco, a necessidade premente de uma boa rede de acessibilidades para uma afirmação ainda maior do crescimento económico do concelho.
Guiado pelo Presidente da Câmara Municipal, João Henriques, e acompanhado do Presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, João Ataíde, bem como de vários presidentes de Câmara e representantes de municípios da região, o responsável da CCDRC, ficou a conhecer um conjunto de bons exemplos, nomeadamente em matéria de desenvolvimento industrial, com a visita à fábrica de luvas Ansell-Portugal. Nesta unidade que é a maior do parque industrial, empregando mais de 300 trabalhadores, foi possível ‘tomar o pulso’ ao crescimento económico que se gera em Poiares, tomando contacto também com a urgente necessidade de intervenção a nível de acessibilidades.
O Presidente da Câmara Municipal fez questão de enfatizar a importância de boas ligações às vias rápidas estruturantes da região, já que Vila Nova de Poiares não dispõe de uma boa ligação, nem ao IP3, nem à nova A13, com evidentes custos, entraves ao crescimento e perda óbvia de competitividade para as empresas e indústrias instaladas no parque industrial.
Apesar desta enorme condicionante, Poiares tem excelentes exemplos de desenvolvimento industrial e empresarial, como ficou comprovado nesta visita à Ansell, mas também noutras áreas de atividade, como em matéria de inclusão e solidariedade social, conforme foi possível constatar com a visita às instalações da Irmandade de Nossa Senhora das Necessidades, nas valências de Lar e Unidade de Cuidados Continuados.
A visita terminou na localidade de Moura Morta, onde foi possível conhecer outra das grandes potencialidades do concelho, a capacidade de atração turística, com recursos naturais de enorme beleza. A deslocação até à Moura Morta ilustra bem a preocupação do Executivo Municipal em abranger, na sua ação, todas as povoações do território, especialmente os locais mais rurais e mais afastados do centro da Vila, auscultando as suas preocupações, mas, acima de tudo, enaltecendo e valorizando as suas riquezas naturais e recursos endógenos.
Para João Henriques, presidente do município de Vila Nova de Poiares, e em jeito de balanço, esta visita foi “um momento crucial para o concelho mostrar as suas potencialidades, nas vertentes industrial, social e gastronómicas”, dando a conhecer o que de melhor se pode encontrar no concelho, desde uma gastronomia de excelência, recantos naturais de enorme valor turístico, instituições sociais de grande expressão e com uma atividade de apoio social fundamental para o bem-estar da população, terminando num parque industrial/empresarial extremamente importante para o desenvolvimento económico do concelho e da região.
A Mesa teve a participação do Presidente do Centro de Convivio da Moura Morta, Luis Filipe, que fez uma alocução inicial de boas vindas e apresentou a sua Moura Morta às diversas entidades presentes

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